[[legacy_image_43420]] Depois de ser alvo de protestos nas últimas semanas, o Santos recorreu à polícia. Na tarde da última segunda-feira (10), o clube enviou um representante ao 2º DP da Cidade para registrar um boletim de ocorrência sob as naturezas de dano e infração de medida sanitária preventiva. Clique e Assine A Tribuna por apenas R\$ 1,90 e ganhe acesso completo ao Portal e dezenas de descontos em lojas, restaurantes e serviços! No registro, o Santos responsabiliza "alguns torcedores da Toricda Organizada Sangue Jovem Santista" por terem, no dia 24 de abril, comparecido à casa do antigo técnico Ariel Holan e soltarem fogos na frente do imóvel, além de proferirem ameaças ao treinador, que, após o episódio, optou por deixar o clube. Ainda de acordo com a queixa apresentada no distrito, no dia 30, alguns "destes mesmos torcedores forçaram a entrada no CT Rei Pelé após a autorização dos seguranças do clube para o ingresso de um veículo". Na ocasião, 15 torcedores, já no estacionamento do complexo, exigiram a presença dos líderes do elenco, técnico e preparador físico para uma conversa. Com a invasão, foi ferido o protocolo sanitário do clube exigido pela Conmebol e pela Federação Paulista de Futebol. Por fim, o fato mais recente se deu no último domingo (9), após o final do jogo contra o São Bento, na Vila Belmiro, quando membros da mesma torcida organizada atiraram "coquetel molotov e foguetes", contra o ônibus da delegação que transportava parte do elenco e da comissão técnica do estádio ao CT Rei Pelé. O Santos também informou que câmeras de monitoramento registraram os fatos e as imagens serão fornecidas à polícia para as investigações. O representante santista presente no distrito policial que há a suspeita no clube de que tais episódios estejam relacionados a insatisfações políticas "não contempladas pela atual administração". O boletim de ocorrência foi registrado pela delegada Ligia Christina Villela.